sábado, 4 de junho de 2011

Artigo Científico

Resumo


Estudo da especiação de arsênio inorgânico e determinação de arsênio total no monitoramento ambiental da qualidade de águas subterrâneas.



Em águas naturais o arsênio pode ser encontrado na forma de compostos orgânicos e inorgânicos. Os compostos orgânicos são mais comuns em lagos e em locais poluídos por herbicidas arseníferos ou com elevada atividade biológica, já os compostos inorgânicos predominam nos rios e nas águas subterrâneas.
A ingestão de água com elevados teores de arsênio tem sido apontada como a principal causa de contaminação humana. A toxicidade das espécies químicas relevantes decresce na seguinte ordem: compostos de As(III) inorgânico > compostos de As(V) inorgânico > compostos de As(III) orgânico > compostos de As(V) orgânico. Para as formas inorgânicas, o As(III) é 60 vezes mais tóxico que o As(V) e estas, por sua vez, são 100 vezes mais tóxicas que as espécies orgânicas de As. Em virtude do exposto, o estudo da especiação das formas de As presentes em águas torna-se um fator importante tanto do ponto de vista da saúde humana quanto da contaminação ambiental.
Este artigo descreve um método quantitativo, simples e rápido, para o estudo da especiação de As(III) e de determinação do As total por HG-AAS para monitoramento em águas subterrâneas, bem como o procedimento mais indicado para preservação das amostras de água. O As(V) pode ser obtido por diferença. O método proposto foi aplicado em amostras de água subterrânea que foram coletadas no interior das minas do Chico Rei e Passagem, situadas em Ouro Preto e Passagem de Mariana respectivamente, no Quadrilátero Ferrífero – MG. 



http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422009000400027&lang=pt




Por: Nathassia. G. Selinga

Curiosidade

Arsênio na água pode causar diabetes no adulto

Existe uma ligação entre o consumo de água que contém arsênio e o aparecimento de diabetes na idade adulta. A conclusão foi avançada por cientistas da Universidade de Johns Hopkins que estudaram 800 indivíduos. A coordenadora do estudo afirma que o arsênio desempenha um papel significativo na incidência da diabetes tipo 2. No grupo estudado revelou-se a existência de 20% de indivíduos com um teor elevado, mas tolerável de arsênio (16,5 microgramas por litro de urina); eles correm quase quatro vezes mais riscos de desenvolverem diabetes do que outros 20% que apenas revelavam três microgramas por litro. Os investigadores liderados por Ana Navas-Acien chegaram à conclusão de que as pessoas que tinham desenvolvido diabetes tipo 2 revelavam teores de arsênio 26% mais altos que os indivíduos sãos.


O arsênio não tem cor nem cheiro e é facilmente solúvel na água. Ele pode estar presente na água de reservas subterrâneas e torna-se um problema de saúde pública. Na Europa Central ele afeta o abastecimento de grupos populacionais significativos. Em Portugal também há zonas onde o arsênio está naturalmente presente. Os furos vêm sendo desativados, mas análises à qualidade da água têm revelado a sua persistência em alguns casos.


Leis

NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES ANEXO N.º 13 AGENTES QUÍMICOS – Arsênio.





Por: Nathassia G. Selinga

sábado, 21 de maio de 2011

Resumo do epsódio

Menina (Sophia) 16 anos, emancipada passa mal na firma onde trabalha, ela desmaia chega ao pronto socorro com os pulmões infiltrado por um fluido durante o trabalho, os médicos discutem a possível causa do desmaio, a mais provável é o uso de drogas, mesmo a menina alegando não usar drogas, mesmo assim eles decidem fazer um tratamento com beta bloqueadores, o Dr. Convencido pela paciente não faz o tratamento com eles e a trata com esteróides, pois a segunda suspeita foi vasculite, mas a paciente começa a delirar ter alguns distúrbios psicóticos, o que se encaixaria melhor agora seria espasmo cerebral, pois a paciente tem problemas pulmonares e delírio, mas essa suspeita também é descartada após a ressonância normal.
Após alguns tratamentos sem resposta eles observam mais um sintoma a urina da paciente esta com a cor mais escura, marrom. Dr. House com a historia da paciente vê que a mesma que fez seus móveis de casa e a próxima suspeita é intoxicação por arsênio, pois seus móveis são feitas de placas largas de madeira que ao serrar e furar pode liberar e ser absorvido pelos órgão internos por isso e por isso não aparece no exame de sangue é feito uma pesquisa no cabelo e comprovada a intoxicação por arsênio então é realizado um tratamento de quelação. Porém a paciente tem um ataque convulsivo.
Em outra sala um menino (Jonah) de 4 anos da entrada no hospital com diarréia e a mãe dele relata que o mesmo vomitou sangue, é feito os exames, mas todos estão normais, então o Dr. Foreman decide tentar que o paciente tome uma câmera em forma de cápsula para poder saber o que ele tem por dentro, a criança tem um ataque de riso descompensado. O menino não tem febre, nem brotoejas deixando assim ainda mais complicado a resolução de seu caso.
O menino tem um taquicardia que foi controlado com o uso de um desfibrilador, a equipe médica em uma conversa percebe que o menino mais velho pode estar com ciúmes do mais novo, mas eles percebem também que há um excesso de cuidado com o mesmo, então o Dr. Foreman chega ao quarto e já esta medicando o menino explicando para a mãe que ele tem uma intoxicação por ferro, mas a mãe alega ter dado apenas uma vez ferro para o filho.   
Com um desfecho emocionante e um final inesperado.


Por: Larissa F. Dorta

Ficha Técnica

ELENCO: Hugh Laurie, Lisa Edelstein, Omar Epps, Robert Sean Leonard, Jennifer Morrison, Jesse Spencer, Olivia Wilde, Peter Jacobson, Kal Penn.
CRIADOR: David Shore
GÊNERO: Drama médico/Comédia
PAÍS DE ORIGEM: Estados Unidos
IDIOMA ORIGINAL: Inglês
EMISSORA DE TV ORIGINAL: FOX
TRANSMISSÃO ORIGINAL: 16 de novembro de 2004
NOME DO EPISÓDIO: “Emancipação”
TEMPORADA: 5o temporada
EPISÓDIO: 8o episódio
ESCRITO POR: James Hayman
DIRIGIDO POR: Pamela Davis & Leonard Dick
EXIBIÇÃO ORIGINAL: 18/11/2008


Por: Nathassia G. Selinga

Curiosidade - Arsênio

Antes da química forense o arsênico foi infalível para assassinatos perfeitos.

Curiosidade - Ferro.

O Ferro nos Alimentos

O Ferro é um elemento de origem mineral e que se pode manifestar nos alimentos em duas formas químicas diferentes. Existe o ferro “não hemínico”, ou ferro “não hem” (também denominado por vezes de “inorgânico”, que se encontra presente nos vegetais, leite e ovos. Estes alimentos só contêm este tipo específico de ferro, embora na carne e no peixe o ferro “não hem” constitua cerca de 65% do total. O ferro “hem”, “hemínico” ou orgânico só se encontra na carne e no peixe, constituindo 35% do total de ferro contido nestes alimentos.
O ferro, independentemente do seu tipo, seja ferro “hem” ou ferro “não hem”, possui uma taxa reduzida de absorção. As taxas variam conforme o tipo, mas a absorção nos vegetais em geral é de 10%, do peixe cerca de 15% e da soja e seus derivados cerca de 20%. O tipo de alimento que apresenta uma maior taxa de absorção de ferro é o grupo das carnes, registando-se 30% de absorção efectiva.
Existe o mito que o ferro da carne é melhor que o ferro de origem vegetal, embora este facto não seja correcto. Isto porque o organismo não consegue distinguir, uma vez absorvido, se o ferro proveio de vegetais ou carne, sendo ambos os tipos aproveitados metabolicamente. O que acontece é que, como se demonstrou, a taxa de absorção do ferro da carne, o ferro “hem” é superior ao ferro vegetal, o ferro “não hem”, embora seja mais prejudicial ao coração.
A vitamina C e o cálcio aumentam a absorção do ferro “não hem”. Já os oxalatos das verduras, fitatos dos cereais, os polifenóis ou taninos do chá e até certos alimentos de origem vegetal podem prejudicar a absorção de ferro, caso estejam presentes em excesso.

O Ferro e a Saúde
As principais funções do ferro na saúde verificam-se essencialmente ao nível da formação da hemoglobina do sangue e da respiração celular. Caso se verifiquem carências de ferro, surgem sintomas gretas nos lábios, fraqueza capilar e anemia.
O ferro é particularmente importante em casos de menstruação abundante e hemorragias visíveis ou ocultas. Na alimentação durante e gravidez e na alimentação durante a adolescência também aumentam as necessidades de cálcio.

http://www.alimentacaosaudavel.org/Ferro.html

Por: Emmily Araújo.